Split payment: como funciona

O split payment separa o imposto do valor da venda no momento do pagamento: parte vai ao fornecedor, parte direto ao fisco. Começa em 2027, facultativo no início e restrito a operações entre empresas (B2B).

Autor
Equipe BeeFisco
Revisão técnica
Felipe Gonçalves · revisão técnica pendente
Atualizado em

No modelo tradicional, a empresa recebe o valor cheio da venda e depois recolhe o imposto. No split payment, o tributo é separado já no momento do pagamento: o intermediário financeiro retém a parte do imposto e a envia ao fisco, e o fornecedor recebe o líquido.

Um exemplo simples

Numa venda de R$ 1.000 (valores ilustrativos), o fornecedor receberia R$ 900 e R$ 100 iriam direto ao fisco no ato do pagamento — em vez de o valor inteiro passar pela empresa para só depois virar recolhimento.

Quando começa

A partir de 2027, facultativo no início e restrito a operações entre empresas (B2B). O efeito prático é reduzir o “float” tributário — o intervalo em que o imposto ficava em caixa antes do recolhimento — o que muda a gestão de fluxo de caixa das empresas.

Premissas

  • Base: LC 214/2025 (retenção na liquidação financeira).
  • Valores dos exemplos são ilustrativos, sem alíquota real.
  • Mecânica operacional ainda em regulamentação.

Método

  • Descrição do mecanismo conforme a lei.
  • Data de início citada da regra de transição.
  • Efeitos na plataforma tratados como projeção rotulada.

Limites

  • Detalhes de arranjo de pagamento podem mudar.
  • Não cobre todas as modalidades e exceções.
  • Não substitui o parecer contábil.

Fontes oficiais

Continue lendo

Conteúdo informativo de apoio à decisão — não substitui a apuração fiscal nem o parecer da sua contabilidade. Estimativas e projeções da Reforma são sempre rotuladas como tal.